Um auxiliar operacional de 35 anos, que havia obtido progressão para o regime aberto há apenas seis dias, voltou a ser preso na noite desta segunda-feira (6), após ser flagrado dirigindo uma motocicleta sob efeito de álcool em Presidente Prudente. A Justiça também decretou a prisão preventiva do homem.
Segundo o boletim de ocorrência, policiais militares realizavam patrulhamento pela avenida Manoel Goulart, nas proximidades de uma farmácia, quando visualizaram o condutor saindo do estacionamento com uma motocicleta Mottu Sport 110i, com placas de Curitiba (PR). Logo após deixar o local, ele perdeu o controle da direção, caiu e ficou preso sob o próprio veículo.
Os policiais prestaram socorro imediatamente e constataram que o homem apresentava sinais evidentes de embriaguez, com alteração visível da capacidade psicomotora. Ele foi conduzido à Delegacia da Polícia Civil para as providências cabíveis, sem necessidade do uso de algemas ou força física, já que estava bastante alcoolizado.
Durante o interrogatório, o auxiliar operacional preferiu não comentar os fatos. No entanto, confirmou que havia deixado o sistema prisional poucos dias antes e admitiu que havia ingerido bebida alcoólica antes de conduzir a motocicleta.
A pedido da autoridade policial, um médico legista realizou exame clínico, que confirmou o estado de embriaguez do motorista. Com base no laudo e nas informações apresentadas pelos policiais militares, foi ratificada a prisão em flagrante pelo crime de embriaguez ao volante, previsto no artigo 306 do Código de Trânsito Brasileiro.
De acordo com a Polícia Civil, o homem possui antecedentes por crimes patrimoniais e é reincidente em crime doloso. Conforme registros da Secretaria da Administração Penitenciária (SAP), ele havia progredido para o regime aberto em 1º de julho, poucos dias antes da nova prisão.
Ao representar pela prisão preventiva, a autoridade policial destacou que a rápida reincidência demonstra a ineficácia das medidas penais anteriormente aplicadas e evidencia risco de reiteração delitiva. O pedido foi fundamentado na necessidade de garantir a ordem pública, diante da recente progressão ao regime aberto e do novo crime praticado.









