Homem de 33 anos é morto com facada no peito no Terminal Urbano de Presidente Prudente


Um mecânico de 44 anos foi preso em flagrante na madrugada deste sábado, 04 de julho, após matar um homem de 33 anos com um golpe de faca no peito nas proximidades do Terminal Urbano, na Avenida Brasil, Vila Comercial, em Presidente Prudente. A prisão foi realizada poucos minutos após o crime pela Polícia Militar.

Segundo o boletim de ocorrência, equipes da Polícia Militar foram acionadas via Copom por volta das 2h50 para atender uma ocorrência de homicídio. Ao chegarem ao local, os policiais encontraram a vítima caída ao solo, com intenso sangramento na região do tórax. Uma equipe do Samu foi acionada, mas o médico responsável apenas pôde constatar o óbito.

Ainda durante o atendimento, moradores da área livre procuraram os policiais que atuam no Terminal Urbano e informaram que o autor do crime seria um homem conhecido na região. Com base nas informações, os militares iniciaram patrulhamento e localizaram o suspeito na avenida Ibraim Nobre.


De acordo com os policiais, ao ser abordado, o mecânico confessou que havia se desentendido com a vítima e que desferiu um único golpe de faca em seu peito. Ele também indicou o local onde havia dispensado a arma utilizada no crime. Os policiais localizaram a faca nas proximidades da cena do homicídio e preservaram o objeto até a chegada da perícia.

A Polícia Científica realizou os trabalhos periciais no local, onde também esteve presente o delegado de plantão. A faca, descrita como uma arma de corte com ponta e cabo de madeira, foi apreendida pela equipe de perícia e será submetida aos exames que irão integrar o inquérito policial.

Ainda conforme o registro policial, já na Delegacia Participativa, durante o interrogatório, o suspeito confirmou inicialmente que havia atingido a vítima com uma facada após uma discussão. No entanto, ao ser informado de que o homem havia morrido, mudou a versão e passou a negar a autoria do crime, afirmando que não prestaria mais esclarecimentos por não querer permanecer preso. Posteriormente, exerceu o direito constitucional de permanecer em silêncio e declarou que somente falará em juízo.

Diante dos elementos reunidos, da confissão inicial, da localização da arma indicada pelo próprio suspeito e dos demais indícios colhidos durante a investigação preliminar, a autoridade policial ratificou a prisão em flagrante. O mecânico permaneceu preso preventivamente e responderá pelo crime de homicídio, enquanto a Polícia Civil prossegue com as investigações para esclarecer todas as circunstâncias do caso.

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