Polícia Militar prende pintor de 33 anos por tráfico de drogas no Humberto Salvador


Um pintor de 33 anos foi preso na noite de domingo, 31 de maio, por tráfico de drogas no Jardim Humberto Salvador, em Presidente Prudente.

De acordo com o boletim de ocorrência, policiais militares já possuíam diversas informações e denúncias indicando que o homem estaria comercializando entorpecentes em sua residência. A denúncia mais recente apontava que usuários chegavam ao imóvel, assoviavam e eram atendidos pelo morador, que entregaria a droga aos compradores, mantendo o entorpecente armazenado na própria casa.

As informações também teriam sido reforçadas durante a prisão em flagrante de outro homem por tráfico de drogas, ocorrida no dia 28 de maio. Segundo o registro policial, durante aquela ocorrência foram repassadas informações de que o pintor manteria drogas em sua residência.


Diante das denúncias, os policiais foram até o endereço indicado. Conforme o relato da corporação, ao perceber a aproximação da viatura, o morador correu para os fundos do imóvel, mas retornou instantes depois e se apresentou à equipe.

Durante a revista pessoal, nada de ilícito foi encontrado com ele. Em seguida, os policiais informaram ao suspeito sobre as denúncias existentes. Ele negou envolvimento com o tráfico e autorizou a realização de buscas no imóvel.

Na cozinha, dentro de um recipiente localizado sobre o micro-ondas, os policiais encontraram R$ 110 em dinheiro. Já no quarto do morador, foi localizado um tablete de substância semelhante à maconha em um dos criados-mudos. No outro móvel, os policiais encontraram uma balança de precisão.

As buscas prosseguiram e, segundo a ocorrência, foram encontradas no forro da residência 30 porções de substância análoga à maconha, acondicionadas em embalagens plásticas do tipo zip-lock e prontas para comercialização.

Além das drogas e dos demais objetos, o aparelho celular do investigado também foi apreendido para análise.

Questionado sobre os fatos, o pintor optou por não prestar esclarecimentos. Posteriormente, durante o interrogatório formal na delegacia, exerceu novamente o direito constitucional ao silêncio, informando que somente se manifestaria perante a Justiça após orientação de seu advogado.

A autoridade policial determinou a apreensão dos entorpecentes, requereu a quebra do sigilo telefônico do aparelho celular apreendido e também a destruição da droga após os procedimentos legais.

Após o registro da ocorrência, o homem permaneceu preso e ficou à disposição da Justiça.

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