Três homens, de 33, 42 e 33 anos, foram presos em flagrante na tarde desta terça-feira (17), pegos em flagrante ao furtar cabos de cobre de comunicação telefônica na zona rural de Presidente Prudente. A ocorrência foi registrada por volta das 14h22, no km 461 da Rodovia Assis Chateaubriand.
De acordo com a Polícia Militar, a equipe foi acionada via COPOM após denúncia de furto de fiação em andamento. A informação inicial apontava que um supervisor de empresa de telecomunicações acompanhava indivíduos em atitude suspeita nas proximidades de postes de iluminação.
No local, os policiais flagraram três homens realizando a extração de cabos de cobre. Aproximadamente 480 metros de cabo par metálico bitola 50/200, utilizados em comunicação telefônica, já haviam sido removidos. O material, avaliado em cerca de R$ 50 mil, estava sendo carregado em um veículo Ford/Ka branco, com placas de Cascavel (PR), que tracionava uma carretinha e não possuía identificação empresarial.
Os homens alegaram que trabalhavam para uma empresa terceirizada e que tinham autorização para retirar cabos supostamente desativados. Um dos envolvidos chegou a apresentar um documento indicando vínculo com uma empresa. No entanto, o supervisor da empresa responsável pela rede informou aos policiais que não havia qualquer ordem de serviço para o local e que os cabos estavam em pleno funcionamento.
Diante da situação de flagrante e do risco de fuga, os três homens foram detidos e conduzidos ao Plantão Policial. Conforme registrado, foi necessário o uso de algemas para garantir a segurança da ocorrência e da escolta.
Em depoimento, um dos investigados afirmou que foi contratado por um empresário da cidade de Cascavel (PR) para realizar a retirada de sucata de fiação que estaria liberada para remoção. Ele declarou que o grupo já havia feito serviços semelhantes em outras cidades e que acreditava se tratar de material desativado, versão que contrasta com a informação da concessionária de que os cabos estavam ativos.
Os três foram autuados por furto qualificado e associação criminosa. Eles permanecem à disposição da Justiça.







