Polícia Civil prende dois suspeitos de roubo a residência em Presidente Prudente



A Polícia Civil esclareceu um roubo a residência ocorrido no dia 19 de outubro, em Presidente Prudente, após investigação conduzida pela 1ª Delegacia de Investigações Gerais (DIG/Deic-8). Na ocasião, dois homens invadiram uma casa durante o período noturno; um deles estava armado com um revólver. A vítima foi rendida, amarrada e mantida sob ameaça enquanto os criminosos subtraíam joias, relógios e outros objetos de valor.

Logo após o registro da ocorrência, a equipe da DIG iniciou diligências que levaram à identificação dos envolvidos. As apurações apontaram que, além do autor armado, um motorista de aplicativo teria participado da ação, sendo responsável por levar os criminosos até o imóvel e, posteriormente, garantir a fuga utilizando seu próprio veículo.

Com base nos elementos colhidos durante a investigação, a Polícia Civil representou pela prisão temporária dos dois suspeitos, medida que foi autorizada pelo Poder Judiciário. O motorista de aplicativo, de 32 anos, foi preso no dia 24 de novembro. Durante buscas em sua residência, parte dos bens roubados foi recuperada e, em seu telefone celular, os investigadores localizaram imagens da arma que teria sido utilizada no crime. O veículo empregado na ação criminosa também foi apreendido.

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Em depoimento, o motorista alegou ter sido obrigado a participar do roubo, versão que foi descartada pela Polícia Civil após análise técnica das provas reunidas. Já o segundo suspeito, um homem de 33 anos, foi localizado e preso no dia 5 de dezembro, sendo interrogado nesta sexta-feira (12).

Durante o interrogatório, ele negou participação no crime e afirmou que o planejamento teria sido feito pelo motorista. No entanto, a vítima o reconheceu de forma categórica como o indivíduo que portava a arma no momento do roubo. Ainda segundo a Polícia Civil, o suspeito já possuía antecedentes por roubo a residência e estava foragido do sistema prisional, após não retornar de uma saída temporária.

Os dois investigados serão indiciados pelos crimes de associação criminosa armada e roubo majorado, cujas penas, somadas, podem chegar a 20 anos de prisão. As investigações prosseguem para identificar um terceiro envolvido na ação, bem como o possível receptador de parte dos bens subtraídos.

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