Homem é preso por furtar ferramentas de obra no Residencial José Rena



Um homem de 50 anos foi preso em flagrante na tarde desta segunda-feira (02), por volta das 16h00, com único suspeito de furtar ferramentas de uma obra no Residencial José Rena, em Presidente Prudente.

De acordo com a Polícia Militar, a equipe realizava patrulhamento quando foi acionada via Copom para atender a uma ocorrência de furto em uma residência em construção. Inicialmente, as partes não foram localizadas no endereço informado, mas, após novo contato com a solicitante, os policiais foram direcionados a outra rua, a cerca de três quarteirões do local.

No endereço indicado, os policiais encontraram a situação já controlada, com a presença da vítima, dos objetos furtados e do suspeito, que estava deitado no chão e não apresentava ferimentos aparentes.

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Segundo relato da vítima, ao sair de casa para comprar um botijão de gás, decidiu passar por um imóvel de sua propriedade, que está em fase de construção, destinado à moradia do filho. No local, percebeu sinais de arrombamento e notou a falta de uma carriola (carrinho de mão). Ao verificar o interior do imóvel, constatou que a porta da cozinha havia sido arrombada e que diversas ferramentas haviam sido levadas.

Entre os objetos furtados estavam uma serra mármore (makita), serra circular, parafusadeira, martelete, trena, régua, além da própria carriola.

A vítima informou ainda que um vizinho relatou ter visto um homem saindo da obra empurrando uma carriola com ferramentas. Com base nas informações, a vítima conseguiu localizar o suspeito nas proximidades, caído em via pública, aparentemente embriagado, cercado por populares que desconheciam a origem dos objetos.

A Polícia Militar foi acionada e realizou a prisão em flagrante. Todos os objetos foram reconhecidos pela vítima como sendo de sua propriedade. Segundo a polícia, não foi necessário o uso de algemas e não houve emprego de força física contra o suspeito.

Conduzido à unidade policial, o homem fez uso do direito constitucional de permanecer em silêncio. O caso foi registrado como furto qualificado e segue à disposição da Justiça.

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