
O preço do tradicional prato feito ficou, em média, 12,88% mais caro na região central da capital paulista entre junho de 2025 e junho de 2026, segundo pesquisa do Procon-SP, realizada em parceria com o Dieese. O valor médio passou de R$ 35,18 para R$ 39,71, registrando a maior alta entre as regiões pesquisadas.
Considerando toda a cidade de São Paulo, o preço médio da refeição subiu de R$ 37,18 para R$ 39,10, um aumento de 5,16%, percentual superior à inflação acumulada no período, medida pelo INPC, que foi de 4,57%.
O levantamento também apontou aumento no preço do self-service por quilo, que passou de R$ 88,01 para R$ 94,11, alta de 6,93% em um ano.
Além da pesquisa de preços, o Procon-SP orienta os consumidores a verificar as condições do estabelecimento antes de consumir. O órgão lembra que a gorjeta é opcional, restaurantes não podem cobrar taxa por desperdício de alimentos e, nas refeições vendidas por quilo, o preço deve estar claramente informado, assim como o peso da tara (prato).
Embora o levantamento tenha sido realizado na capital paulista, ele serve de referência para consumidores de todo o Estado, inclusive de Presidente Prudente, ao mostrar a alta no custo das refeições fora de casa.











