Homem de 34 anos é preso com mais de 1 quilo de maconha no Parque Alexandrina


Um homem de 34 anos, foi preso por tráfico de drogas na tarde de quinta-feira, 28 de maio, no Parque Alexandrina, em Presidente Prudente.

De acordo com a Polícia Militar, equipes da Força Tática receberam uma denúncia anônima informando que o homem estaria comercializando entorpecentes em uma residência na rua Joel Mendonça Maia. Ainda segundo a denúncia, ele também utilizaria outros imóveis da mesma via para esconder drogas e intimidaria moradores afirmando ser integrante de facção criminosa.

Os policiais foram até o endereço indicado e, conforme o boletim de ocorrência, a entrada na casa foi autorizada pela mãe do investigado. O homem estava no banheiro no momento da abordagem e acompanhou as buscas realizadas no imóvel.


Durante a vistoria, os policiais localizaram, dentro de uma mochila sobre um guarda-roupa em um quarto nos fundos da residência, um tijolo prensado de maconha e outros seis tabletes menores da mesma droga.

Segundo a polícia, o entorpecente apreendido totalizou aproximadamente 1,043 quilo. O laudo preliminar confirmou que a substância era maconha.

Ainda conforme o registro policial, uma nova denúncia recebida pelo Copom apontou que haveria mais drogas escondidas em um terreno em frente à residência e também em um veículo HB20 estacionado nas proximidades, porém nada de ilegal foi encontrado. As equipes também fizeram diligências em outros imóveis citados na denúncia, mas nenhuma outra apreensão foi realizada.

O homem negou ser dono da droga e afirmou, durante interrogatório acompanhado por advogadas, que o entorpecente teria sido colocado no imóvel pelos próprios policiais. Ele também declarou que não acompanhou as buscas realizadas na casa.

Ainda segundo o relato prestado à polícia, o investigado afirmou que deixou o sistema prisional em outubro de 2025, após cumprir pena por outros crimes. Conforme a autoridade policial, ele possui antecedentes por tráfico de drogas, roubo, porte de arma, corrupção de menores, agressão, dano, sequestro e cárcere privado.

Após ser apresentado na Delegacia Participativa da Polícia Civil, o desempregado permaneceu preso à disposição da Justiça.

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