Chuva de Pétalas e ação de acolhimento do Grupo Athia marcam Dia de Finados


Apesar da chuva, centenas de pessoas realizaram homenagens aos entes sepultados nos cemitérios municipais de Presidente Prudente e cidades da região, nesta segunda-feira (2). Como ocorre em todos os anos, o Grupo Athia promoveu ação especial de acolhimento aos visitantes. O Dia de Finados também foi marcado pela tradicional chuva de pétalas.

Equipes de colaboradores ficaram responsáveis por levar solidariedade e apoio ao público com distribuição de flores e de água gelada. Os cemitérios contaram com espaços-conforto – tendas com bancos para um repouso – que, desta vez, também serviram como abrigo durante os períodos chuvosos.

“Cerca de 50 colaboradores trabalharam desde às 5h na montagem dos espaços e, em seguida, na acolhida aos visitantes. Contamos com 5 mil botões de rosas, que foram distribuídos ao longo do dia em cinco cemitérios. Promovemos ainda escuta ativa em busca de amenizar esse sofrimento e dor do luto, que afloram neste dia. Muitas vezes, a pessoa precisa ser apenas ouvida”, comenta a enfermeira do Trabalho do Grupo Athia, Jacqueline Pagnose.

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Além dos cemitérios São João Batista e Campal Tuffi Athia, em Prudente, a ação foi realizada nas necrópoles municipais de Álvares Machado, Pirapozinho, Mirante do Paranapanema e Teodoro Sampaio.

Pela manhã, houve a tradicional chuva de pétalas promovida por um helicóptero, que sobrevoou as necrópoles. “Todo ano, sempre chove. Contudo, nossa equipe estava preparada para as mudanças climáticas. Reforçamos nossas tendas e, quando a chuva deu uma trégua e tivemos segurança, realizamos a decolagem do helicóptero para a chuva de pétalas, que foi feita nos cemitérios de Prudente, Álvares Machado e Pirapozinho. É sempre um momento marcante, de muita emoção para todos”, explica Marcos Cavalheiro, coordenador do Grupo Athia.

“Eu fiquei super emocionada. Não tenho mais os meus pais. Todo dia de Finados venho ao cemitério para acender uma vela. E ver essas rosas caindo do céu, me fez chorar”, comenta Maria Aparecida do Socorro, 65 anos, residente em Presidente Prudente.

Para Cavalheiro, o objetivo da ação foi cumprido ao constatar a movimentação nos pontos de apoio. “É realmente se fazer presente, ouvir, dar um abraço. Acolher. O acolhimento é muito mais do que um gesto”, finaliza.

Fonte: Diário de Prudente - www.diariodeprudente.com