Dois homens, de 39 e 42 anos, ambos desempregados, foram presos na madrugada desta sexta-feira (16), após furtarem uma loja de roupas e acessórios na Rua Doutor Gurgel, na região central de Presidente Prudente. As mercadorias recuperadas foram avaliadas em mais de R$ 40 mil.
De acordo com o boletim de ocorrência, a Polícia Militar foi acionada após o alarme antifurto do estabelecimento disparar. O proprietário, um empresário de 31 anos, que dormia no pavimento superior da loja GS Exclusive, percebeu a movimentação pelas câmeras de segurança e constatou que o local havia sido revirado.
Os policiais verificaram que os ladrões entraram no estabelecimento após danificarem a fechadura da porta com uma ferramenta.
Com as características dos envolvidos, equipes da Polícia Militar iniciaram buscas pelas imediações. Pouco tempo depois, os dois homens foram encontrados na região da Igreja Nossa Senhora Aparecida, na Vila Marcondes, empurrando um carrinho de supermercado.
Ao perceberem a aproximação da viatura, eles abandonaram o carrinho e tentaram se afastar, mas foram abordados pelos policiais.
Mercadorias estavam em saco de lixo
Durante a abordagem, os policiais encontraram um celular iPhone e uma chave de fenda com um dos homens. O outro carregava um aparelho celular da marca Poco.
Dentro do carrinho havia um saco de lixo preto com diversas mercadorias retiradas da loja. Entre os produtos recuperados estavam bermudas, relógios, bonés, tênis, camisetas, celulares, carregadores, óculos, bolsa, meias e colares.
O empresário reconheceu os objetos como pertencentes ao estabelecimento. Segundo ele, ainda não havia conseguido conferir se todos os itens levados foram recuperados.
As mercadorias localizadas foram avaliadas em R$ 40.265,00 e devolvidas ao proprietário.
Um dos presos tinha mandado de recaptura
Conforme o registro policial, um dos homens tinha um mandado de prisão pendente, expedido pela Justiça do Paraná. O documento era relacionado à recaptura do homem, que não teria retornado ao sistema prisional.
Os dois foram encaminhados à Polícia Civil e permaneceram presos. Durante o interrogatório, ambos optaram por exercer o direito constitucional ao silêncio.
Fonte: Diário de Prudente - www.diariodeprudente.com







